terça-feira, 19 de agosto de 2008

Paranapiacaba/SP - 2.008 - Cemitério de vagões
TRENS VELHOS (Marieta Cristina Dobal)

O tempo passa e a vida faz-nos acreditar que sabemos morrer. Os trens velhos morrem. As cidades morrem... Nascem outras. Então passo perto e te digo: não nos encontraremos porque somos paralelos e enfim... Vamos ao Infinito!

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