domingo, 31 de agosto de 2008

Feira do Alecrim - Natal/RN - 2.008



sábado, 30 de agosto de 2008

Feira do Alecrim - Natal/RN - 2.008
Embalando a goma de tapioca.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Feira do Alcreim - Natal/RN - 2.008
Em todas as feiras, uma marca quase registrada é o bom e velho moedor de cana, tornando-a em caldo revigorante para o visitante continuar a caminhada. Ainda mais sob este calor intenso, que não dá trégua mesmo em dias encobertos por nuvens. Enquanto isto, o vendedor de milho assa umas espigas numa esquina movimentada, em uma grelha quase improvisada, diante dos fregueses. Ah, esta atmosfera de feira, de mercado, de vozes e ritmos se confundindo; vendedores apregoando suas mercadorias, carros de som, máquinas, caixas sendo emplihadas; um mundo à parte, em qualquer cidade.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Feira do Alecrim - Natal/RN - 2.008



Em torno da feira, à espera de velhos amigos para conversar, de mulheres para flertar ou apenas de uma cerveja para refrescar, encontram-se nos pequenos bares e barracas, os senhores. Alguns aposentados, outros militares, uns desocupados e ainda cidadãos comuns que só vieram fazer a feira.

"Olho em redor do bar em que escrevo estas linhas. Aquele homem ali no balcão, caninha após caninha, nem desconfia que se acha conosco desde o início das eras. Pensa que está somente afogando problemas dele, João Silva... Ele está é bebendo a milenar inquietação do mundo!" (Mário Quintana)

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Feira do Alecrim - Natal/RN - 2.008


terça-feira, 26 de agosto de 2008

Paranapiacaba/SP - 2.008

Há poucos quilometros da cidade de São Paulo, pertencente ao município de Santo Anfré, localiza-se a Vila de Paranapiacaba (Lugar de onde se avista o mar). Construida para servir de ponto de apoio para a construção da Estrada de Ferro São Paulo Railway, foi modelada segundo uma planta inglesa, com modelos distintos de alojamento. A Casa do Engenheiro chefe das obras ficava no topo de um monte, de onde podia avistar todo o andamento dos trabalhos e ainda tinha vista para o mar. A localização foi escolhida por se assimilar ao clima inglês, e em certos dias até um "fog" baixa sobre a vila.As fotos abaixo foram tiradas em um único dia de belo sol, em maio de 2.008. Já havia estado na Vila há uns anos atrás, mas a cada dia um novo olhar permite que possamos fazer descobertas de áreas ainda não vitas, explorar nopos pontos, novas luzes, novas cores e texturas. A idéia é mostrar a vocês esta série de imagens, retratando o local, as construções, os detalhes e as pessoas que passam por ali.



segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Paranapiacaba/SP - 2.008

domingo, 24 de agosto de 2008

Paranapiacaba/SP - 2.008


sábado, 23 de agosto de 2008

Paranapiacaba/SP - 2.008


sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Paranapiacaba/SP - 2.008


quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Paranapiacaba/SP - 2.008



Paranapiacaba/SP - 2.008 - Casa de Máquina do Sistema Funicular que trazia os trens do nível do mar para o planalto, pela serra.
Motor (Alvaro Andrade)
Meu motor-carne de propulsão de sangue e que faz de minha vida um mangue Já nasceu descompassado, doido, baqueado mas ainda assim, é um desconcerto quieto bate incerto mas bate calado Meu motor-carne de propulsão de mangue e que faz de minha vida um sangue Já nasceu doido, descompassado mas ainda ruim, não sei se bom ou assim é um desconcerto quieto bate incerto baqueado mas bate calado é um baque pra mim assim ou assado assim ou assim

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Paranapiacaba/SP - 2.008 - Cemitério de vagões
TRENS VELHOS (Marieta Cristina Dobal)

O tempo passa e a vida faz-nos acreditar que sabemos morrer. Os trens velhos morrem. As cidades morrem... Nascem outras. Então passo perto e te digo: não nos encontraremos porque somos paralelos e enfim... Vamos ao Infinito!

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Paranapiacaba/SP - 2.008 - Funcionários da Ferrovia

“Estação Saudade” (Silas Correa Leite)

Somos filhos da Estação de Trem/Ainda esperando a próxima chegada/Do Expresso Noturno, que do alémNos verte, uma saudade encantada/Chico Preto no sino...e aquele belém/O carro-chefe do tempo anuncia/Há sempre a memória de alguém/Lua de Itararé no céu alumia/Somos filhos da estação de trem/Que Maria Fumaça se nos virá?O pai – um fantasma – algum bem/O trem Noturno com pinhas do Paraná?/São tão infinitos esses trilhos/Mas está abandonada a estação/Ah meu Deus por onde é que vão/Esses viajosos e peregrinos filhos?/A lembrança que ainda nos sustém/Como um bilhete de velha recordação/É que somos filhos da Estação de Trem/Mas, no bagageiro, chora a Solidão!

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Paranapiacaba/SP- 2.008






A Arte de ser feliz (Cecilia Meireles)
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor. Outras vezes encontro nuvens espessas. Avisto crianças que vão para a escola. Pardais que pulam pelo muro. Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais. Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar. Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega. Às vezes um galo canta. Às vezes um avião passa. Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino. E eu me sinto completamente feliz. Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Paranapiacaba/SP - 2.008 - Texturas II



quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Paranapiacba/SP - 2.008 - Casas em estilo inglês que atualmente servem de pousadas e restaurantes.






















terça-feira, 12 de agosto de 2008

Paranapiacaba/SP - 2.008



segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Paranapiacaba/SP - 2.008

Reflexo Narcisico (Ibernísia)

Narciso é espelho mudo,Mas provocante, astuto...Revela-se no que apraz,Escondendo o que desfaz Sua própria construção...Vê a fantasia, sua ilusão Exagera, nega o tesão Sua profunda emoção...Narciso é espelho mudo Ávido, vaidoso, “topetudo” E sempre tenta esconder O que quer aparecer...As vezes até parece ser Imitação de pessoa... Você. É como o cachorro que Da água correu pra não se vê...Narciso é pista, é duro...Olho que avista, no escuro,O outro para acolher E ajuda, a com ele, conviver.Empatize com o Narciso que Está dentro de você...Ame-o e acolha-o, porque Ele é mesmo você...

domingo, 10 de agosto de 2008

Sombras nos trilhos.

sábado, 9 de agosto de 2008

Paranapiacaba/SP - Passeio de Trem - São Paulo Railway

sexta-feira, 8 de agosto de 2008







quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Paranapiacaba/SP - 2.008 - Texturas, a fuligem nas pedras.




quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Paranapiacaba/SP - 2.008 Casa de máquinas do sistema funicular e lomotiva.
Uma parte da memória deste lugar ficou preservada, nas construções de estilo e origem inglesa e na velha locomotiva, que restaurada, ainda serve de atração e fonte de inspiração para os turistas. São poucos metros percorridos, mas durante o passeio é possível conhecer um pouco do estilo de vida da época, hábitos e costumes, voltando-se no tempo e entendendo como foi construido o avanço das estradas de ferro rumo ao interior de São Paulo

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Paranapiacaba/SP - 2.008